Balancins elétricos são a melhor opção para obras verticais

LOCATEC oferece modelos importados da Bélgica e dos Estabos Unidos

De acordo com um Estudo de Viabilidade conduzido pelo engenheiro Antonio Rolim, da construtora paulista Adolfo Lindenberg, sobre o uso de balancins elétricos em obras verticais, ficou constatado que o custo do aluguel mais elevado desse tipo de equipamento é compensado no final da obra, através da economia de tempo.

Desde que foi introduzido no mercado brasileiro na década de 90, os andaimes suspensos elétricos vêm conquistando cada vez mais clientes, principalmente pela agilidade e segurança que levam ao canteiro de obras. O balancim elétrico, como é mais conhecido, é uma plataforma suspensa que funciona através de guinchos elétricos e cabos de aço. Normalmente é utilizado na fase de acabamento das fachadas de prédios, no reparo e manutenção dos edifícios, ancoragem, colocação de pele de vidro etc.

“Se a construtora só considerar o preço, vai achar que está levando vantagem alugando um equipamento convencional, o balancim manual. Mas nesse estudo comparativo conseguimos demonstrar que, pelo mesmo custo, temos uma economia de dois meses na execução do trabalho”, explica o engenheiro Rolim.

Em São Paulo, a LOCATEC – Locação de Máquinas trouxe a praticidade e economia dos balancins elétricos pioneiramente para seus clientes em 1997, com equipamentos importados da Bélgica. Sua primeira locação foi para a Construtora Birmann S/A, que utilizou o produto na construção do prédio da Editora Abril, na Marginal Pinheiros. Atualmente, a LOCATEC oferece também o similar americano.

Com o balancim elétrico, o operário da construção civil tem muito mais mobilidade para executar seu trabalho, pois opera o equipamento através de botoerias com comandos de subida, descida e emergência, sem precisar se desgastar usando as incômodas alavancas dos balancins convencionais. O modelo elétrico pode ter até 12 m de extensão, contra 8 m dos equipamentos manuais.

Outras vantagens dos balancins elétricos são: trabalham com cabos secos (galvanizados), tornando sua utilização mais limpa; a montagem dos pontos de fixação e das plataformas é mais prática, pois suas chapas de alumínio diminuem a carga de contrapeso; as vigas são retráteis, facilitando o acesso dos prédios por elevadores convencionais; alcançam velocidade de 8,5 m/min e não exigem nenhum esforço físico do operador na subida e na descida do equipamento.

Segundo Andrea Milanello, gerente de obras da PGC, os balancins elétricos trazem modernidade para a construção e ergonometria para o usuário. “Com esse tipo de equipamento proporcionamos mais segurança aos nossos funcionários, maior agilidade no transporte e o aumento da produtividade compensa a diferença de preço com o balancim convencional. Nossos prazos são cumpridos em menos tempo. Além disso, podemos trabalhar também em dias de maior umidade, já que a parte elétrica do equipamento é blindada”, completa.

Como usuário de balancins desde 1987, o operário Geraldo do Nascimento Gonçalves, que trabalha na Resicon há quase três anos, também prefere os modelos elétricos. “Com os balancins convencionais já sofri vários acidentes e o trabalho era muito cansativo, por causa do acionamento manual da alavanca que movimenta o equipamento. Com os andaimes elétricos podemos subir e descer pela fachada dos prédios sempre que necessário, pela praticidade de operação. O trabalho rende, com maior rapidez de execução”.

Desde 1971 atuando no mercado de aluguel de equipamentos para construção civil, a LOCATEC trabalha principalmente com andaimes suspensos, fazendo também montagem e manutenção dos produtos. Foi uma das primeiras empresas do ramo a integrar a Alec – Associação dos Locadores de Equipamentos para Construção Civil que, desde 1992, vem atuando com o objetivo de normatizar o setor e regular o uso dos equipamentos com parâmetros e técnicas rígidas de segurança. Para isso, a Alec trabalha junto às construtoras e Órgãos como Fundacentro (Fundação de Segurança e Medicina do Trabalho), TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e PCMat (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção).

Imagens meramente ilustrativas